“Muitos homens julgam como fáceis ou vagabundas as mulheres que transam no primeiro encontro. Eu não sou um deles. Ao contrário, penso que temos de ser bem maduros para realmente nos entregar na primeira noite – não apenas beijar, esfregar ou penetrar corpos. Gosto muito de transar na primeira noite. Não me sinto confortável em passar vários encontros apenas beijando, como se eu fosse um adolescente. Sinto que o amor pode ser bem mais explorado quando estamos completamente nus, quando suamos e nos acabamos juntos. Quando o toque é desmedido e a massagem irrestrita. Então, para que esperar pela segunda noite? Se eu sei que é bom e você sabe também, por que não agora?”
Além disso, ela me cita no fim do texto:
Gustavo Gitti afirma que não se trata apenas de sexo. “Podemos fazer amor logo no primeiro encontro, respirar o outro, fazer carinho. A construção da relação não fica atropelada quando o sexo acontece logo de cara. O tecer de um sonho compartilhado segue seu caminho, com ou sem sexo, com ou sem toque”.
Acho que o mesmo vale para a famosa one-night stand: quem disse que uma relação de apenas uma noite tem de ser só feita de sexo? Por que não uma one-night stand de amor, como se ambos fossem enamorados há anos? Tocar o outro como se já o conhecesse, mas sem o conhecer de fato, é uma das experiências mais gostosas que podemos ter. E vocês? O que pensam e sentem sobre isso? Como foram suas experiências com sexo logo de cara, na primeira ou segunda noite?
por: 69 Hour Sex!Dr.David Alves
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