Brinquedos Eróticos sexo!


Mia’n’Black


Mia,da Lelo, em nova versão e na cor preta. Clique na imagem para ver detalhes.
Acabo de receber um presente da Lelo, fabricante dos mais bonitos brinquedos eróticos do mundo.
Trata-se do Mia (versão 2), um minivibro do tamanho de um baton (11 cm de comprimento por 2 cm de diâmetro), discretíssimo, que carrega via USB.
A peça é belíssima, delicada, chegou de maneira super discreta, em uma caixa LINDA!
Nessa nova versão, além da potência redobrada, o Mia agora também tem a cor preta (como este da foto). Antes só tinha rosa e púrpura, que continuam em linha, mas confesso que sou da turma dos acessórios eróticos em preto.
Ideal para “brincar” solo, nos locais mais inusitados (seu tamanho facilita levar na bolsa, chego a imaginar até a fuga estratégica de uma reunião chata… rs) ou mesmo para iniciar rapazes curiosos (mas medrosos) nas delícias de um fio-terra
Mandaram bem… Amei!

The Borgias

The Borgias não virou filme, apesar dos esforços de Neil Jordan para isso, mas…
Em breve, muito breve (abril/2001) a história estará nas telinhas em uma série produzida pelo canal Showtime (a mesma que produziu The Tudors) e trará nada menos que Jeremy Irons como o protagonista, Rodrigo Borgia, chefe da corrupta e lasciva família renascentista, que se tornou Papa em 1492 apesar de sua má reputação. É safadeza histórica da melhor qualidade.
Acompanhe no Omelete as notícias sobre a série, mas se a curiosidade for mais forte, que tal se deliciar com a ótima Coleção de HQs Os Bórgias (3 volumes), do chileno Alejandro Jodorowsky (textos) e o italiano Milo Manara (desenhos)?!
Dave Hockey e sua boneca Ceilidh em viagem pelo Canadá.

Real Doll, muito mais que uma boneca inflável

Dia desses, a notícia de um homem que gastou mais de 40 mil reais viajando com suas bonecas infláveis pelo mundo me lembrou uma outra notícia meio requentada, mas sempre interessante.
Trata-se do documentário “California is a Place“, de Drea Cooper e Zackary Canepari, mais especificamente o trecho chamado “Honey Pie” que mostra a produção detalhista e artesanal de uma fábrica de Real Dolls (é este o nome das bonecas infláveis new generation… rs) que, pasmem, às vezes funcionam muito mais como acompanhantes do que brinquedos sexuais. Sensacional!
Perfil do Consumidor de Mercado Erótico - ABEME (clique na imagem para ver maior)

Brinquedos Eróticos à Domicílio

Essa é para as mulheres… Parafraseando o slogan das Organizações Tabajara: Seus problemas acabaram! Isso porque estou falando de um assunto que um dia foi tabu, mas a cada dia que passa se torna mais corriqueiro, o mercado de produtos eróticos.

Perfil do Consumidor de Mercado Erótico - segundo a ABEME (clique na imagem para ver maior)
Segundo a ABEME, Associação Brasileira de Empresas do Mercado Erótico, o consumo de produtos - brinquedos eróticos e outros – aumentou 17% em relação ao ano anterior e isso graças às revendedoras “sacoleiras” (e também às vendas online, é claro), que correspondem a aproximadamente 40 mil profissionais em todo o Brasil.
Enquanto os homens continuam preferindo comprar via internet, as mulheres estão sabendo usar como ninguém dessa novidade.
Se antes, as revendedoras de catálogos não traziam em suas sacolas nada mais sensual que um óleo de amêndoas garimpado com criatividade para massagear o amado, hoje é possivel encontrar produtos bem mais picantes oferecidos no mesmo formato.
Atualmente, dadinhos com poses eróticas, géis de efeito quente/gelado, óleos estimulantes para massagem e canetas que escrevem com sabor (isso para falar apenas dos produtos mais lights), são facilmente encontrados para comprar… Na intimidade do seu lar.
Ou seja, aquela mesma amiga/conhecida revendedora de cosméticos te apresenta uma verdadeira vitrine erótica no conforto da sua própria casa. Seja em reuniões do tipo Tupperware, catálogos de revenda, cestas eróticas, tanto faz, o que importa é que a mulherada cansou de ser um agente passivo na relação e partiu pro ataque.
Olha que maravilha?!
Prazer em conhecer: experimentando um Lelo

Prazer em conhecer: experimentando um Lelo

Nossa colunista Sugarbabe ganhou presentinho da Lelo no aniversário do A Vida Secreta e quer compartilhar a prazerosa experiência dela com Soraya. Confira!
Olha que beleza: o A Vida Secreta fez 3 anos e quem ganhou presente fui eu! Sorte pouca é bobagem!
Aliás, isso não teve nada a ver com sorte, e sim com a generosidade da B. e do Admin Secreto. Explico: o site recebeu um vibrador novíssimo, o Soraya, da Lelo – aquela marca sueca que fabrica os artefatos sexuais mais chiques do planeta – e eu fui incumbida de fazer o test drive (ou seria test sex?) e contar tudinho para vocês!

Linha Lelo Insígnia
Quem costuma ler a minha coluna sabe que eu sou ligadíssima em questões estéticas, no design e na moda. No entanto, uma coisa que faltava na minha vida, ou mais exatamente na gaveta do meu criado-mudo, era um vibrador bacana. O último que eu havia comprado tinha se mostrado um fiasco. Na onda do famoso Rabbit, popularizado pelo seriado Sex and The City, adquiri um similar, muito feioso, barulhento e esquisito. Não me entendi com ele, mas eventualmente tirava o dildo-cujo da gaveta, dava uma voltinha e logo deixava de lado. O negócio era tão feio quanto ineficiente: tinha uma cor medonha, a ponta era fina demais, e ondulava de um jeito nada sexy.
Imaginem, então, o meu deslumbramento ao receber um produto da Lelo, numa elegante embalagem preta de papel reluzente. Dentro, uma caixa alongada, igualmente preta, forrada de veludo, revelou as formas sinuosas do sex toy em tom de preto fosco com detalhes dourados. O belo e sedutor vibrador, batizado de Soraya pelo fabricante, faz parte da linha Insignia, famosa por seus Objetos de Prazer. Adorei essa definição e vou adotar. De agora em diante, quando alguém me perguntar sobre acessórios sexuais, vou me referir a eles como Objetos de Prazer.
O design, convidativo, parecia perfeito para se encaixar nas curvas do meu corpo. O material – uma espécie de silicone aveludado e totalmente seguro, atóxico – convidava ao toque. Apertei os 3 discretos botões que encontrei e descobri facilmente como ligar, regular a intensidade e os modos vibração. Demorei um pouco mais para descobrir como desligar, rsrsrs. Mas isso não se deve a nenhum defeito do aparelho, e sim à minha curiosidade em experimentar os 8 tipos de vibração, contínuos, alternados, ondulantes, pulsantes… e os vários níveis de intensidade. Ó céus
Descobri, com espanto, que todos os lados do objeto podiam ser usados para me dar prazer. E que uma vez introduzido na vagina, eu não precisava segurá-lo no lugar, pois ele se encaixava perfeitamente na minha anatomia. Isso foi sensacional, pois com as duas mãos livres eu podia explorar muitas possibilidades.
O princípio da arquitetura e do design que diz que “a forma deve seguir a função” provou sua eficiência de várias maneiras. No meu test drive com Soraya, suas formas me possibilitaram experimentar novas posições, dar duas sem tirar de dentro, e ter orgasmos incrivelmente intensos. Um deles, aliás, chegou a provocar espasmos e contorções inéditos. Sinceramente, não pensei que a experiência seria tão intensa e nem tão inovadora.
Mas acho que essa é a beleza do sexo: mesmo que você tenha acumulado uma grande quantidade de experiência, sempre pode se surpreender, se descobrir, se aprimorar. De preferência sem pressa, pois o importante nessa “viagem” é o percurso e não a chegada.
Todos a postos para a largada? ;-)
Sugarbabe é uma fashionista que anda sorrindo por aí, num bom humor irritante, desde que recebeu um certa encomenda pelo correio. Para bom masturbador, uma pequena dica basta!
Vibrador Jimmy Jane Form 6 Roxo

Acessórios eróticos: Jimmyjane reinventa o Rabbit

Nossa colunista de moda e design, sugarbabe, é fã da Lelo, mas está apaixonada por uma nova marca de vibradores e acessórios eróticos: Jimmy Jane. Confira!
Vibrador Jimmy Jane Form 6 Roxo
Preciso confessar, minha fidelidade está prestes a ser testada! Não que tenha surgido algum concorrente para o Sugarboy. O moço continua sendo o único usuário do meu curvilíneo playground corporal. Mas o meu amor incondicional pelos acessórios eróticos da Lelo está abalado, pois encontrei um rival à altura.
A marca se chama Jimmyjane e foi criada em 2004 por Ethan Imboden, um designer que já tinha trabalhado para grandes empresas, decidiu abrir seu próprio escritório e percebeu que os brinquedos eróticos não correspondiam às expectativas mínimas, em termos de design.
“Por que um telefone celular deveria ter um design mais sexy do que um vibrador?” perguntou-se ele. E foi à luta para reinventar a coisa. O resultado foi uma série inovadora de toys, como o Form 6, por exemplo, que além de ser à prova d’água e recarregável, tem toda a sua superfície disponível para estimulação.
Mais original ainda, o Form 2 é uma gracinha derivada do Rabbit, com duas orelhinhas motorizadas de modo independente para otimizar a vibração e flexibilidade para se moldar ao clitóris, passear pelos lábios vaginais e ainda dar umas apertadinhas, se for desejado.

Brinquedos eróticos não significa apenas dildos e vibradores.

Outro produto que me deixou… hummm. digamos, estimulada, foi Ember, a vela para massagem. Feita com produtos naturais, como óleo de jojoba, shea butter e soja, ela se transforma num óleo perfumado que pode ser derramado sobre a pele, não queima, e desliza deliciosamente. Os aromas tem composições sofisticadas, como vetiver e mel, lichia e lapsang ou gardênia e trufas. O único inconveniente é que narizes alérgicos podem se ressentir e transformar a massagem sensual numa maratona de espirros. É… isso aconteceu comigo, mas o teste valeu a pena, mesmo assim.
Agora vem o melhor de tudo: a marca está sendo vendida em São Paulo! Consagrando a tendência das lojas de lingerie que dedicam espaço à produtos eróticos diferenciados, a nova loja-conceito da Valisere, inaugurada esta semana, no Jardins, está vendendo os produtos da Jimmyjane com exclusividade.
Meus brinquedinhos antigos que se cuidem, pois novos amiguinhos vem aí! Fiquei até imaginando, agora, uma versão daquele filme de animação em que os brinquedos ganham vida, quando os humanos não estão por perto. Lá em casa a refilmagem vai se chamar Sex Toy Story!
Valisere: rua Oscar Freire, 849, tel. 11 3063-1693
Sugarbabe é uma fashionista que acha que lugar de sex toy é no museu de design, e na gaveta do criado-mudo, lógico!
Nota do Editor: Já existe uma paródia de Toy Story envolvendo brinquedo eróticos: Sex Toy Story, no YouTube.

Sexo verde. Sexo seguro.

Nossa colunista de moda e design, sugarbabe, traz boas dicas sobre acessórios eróticos seguros e ecológicos!
Hoje eu estava fuçando a internet, em busca de inspiração para escrever meu post aqui no A Vida Secreta  e me deparei com um tipo de sex toy que me chamou a atenção: eco friendly!
Antes de mais nada preciso dizer que sou super engajada na reciclagem de materiais. Na minha casa, separo plástico, vidro, metal e papel e, periodicamente, levo tudo para o setor de reciclagem do supermercado Pão de Açúcar mais próximo. Mas nunca me ocorreu que os brinquedinhos eróticos podiam ser ecologicamente corretos.
Parece meio exagerado? Não!
Fui a pesquisar mais a fundo (hummm) e dei de cara com bobagens como um dildo recarregável e um outro de madeira . Eu não sei vocês, mas em mim, a simples ideia de um consolo feito de um material poroso, como esse, foi suficiente para me causar desconforto. Arrepios, até!
Claro que eu fiquei curiosa e fui checar como era o artefato. Descobri que, na verdade, ele é feito de madeira e poliuretano, uma mistura que resulta num material suave, não poroso, atóxico, e à prova d’água. E o mais importante, segundo o fabricante: sem ftalatos.

Ftalatos.

Até hoje eu nunca tinha ouvido este palavrão, apesar de, provavelmente já ter entrado em contato com ele.
Ftalatos são substâncias químicas usadas para deixar o plástico de PVC mais flexível. Pena que, de quebra, ele seja um agente cancerígeno com fama de causar danos a órgãos como fígado, rins, pulmão e sistema reprodutivo. A contaminação pode acontecer por contato a pele, com a saliva ou pela inalação. Assustador, né?
No Brasil,assim como nos Estados Unidos da América, não existem leis que regulem o uso e o descarte dessa substância. Em 2008, houve até um caso, noticiado na imprensa  de identificação de ftalatos em borrachas fabricadas pela Faber-Castell.
Fiquei pensando em quantas vezes brinquei com meus toys sem protegê-los com uma camisinha, como se recomenda sempre, e dei uma surtada. Lembrei que uma vez, ao usar um dos meus “amiguinhos de plástico”, um rabbit genérico de cor roxa, muito feia por sinal, notei que a camisinha que eu havia colocado nele estava manchada de púrpura. Era como se ele tivesse “soltado tinta”. Eu achei estranho e fiquei me perguntando se aquilo não seria suspeito, mas deixei pra lá.
Até hoje.
De repente, o post engraçado que eu ia escrever sobre brinquedos bizarros, feitos de madeira certificada, ganhou outra conotação. Não consigo parar de pensar nos sérios riscos que corremos, pois, como eu já disse, não existe legislação a respeito e o uso da substância é frequente. Se nem em borrachas que são vendidas para crianças, existe um controle, o que dirá em sex toys.
Mas nada de pânico. Não é preciso abrir mão dos seus acessórios sexuais, basta tomar alguns cuidados, como sempre “vestir a camisa” neles. E seguir essas dicas:
  • Desconfie de brinquedos que não tenham especificações de material e que tenham um cheiro forte de plástico.
  • Compre apenas peças feitas materiais seguros como silicone, aço ou vidro (eu sei, parece estranho, mas o material costuma ser resistente e seguro).
  • Não custa repetir: use sempre um preservativo em seus os brinquedos.
  • Não compartilhe os utensílios de prazer com parceiros sem trocar o preservativo (isso não tem nada a ver com ftalatos, mas com higiene, ok!)
E para finalizar, logo aqui abaixo tem um vídeo bacana, pra quem entende inglês, feito pelo site natureba TreeHuger, sobre dildos ecologicamente corretos.
Quero todos rolando na relva, saudáveis e sexualmente safisfeitos!
Sugarbabe é uma fashionista que acha que o mundo seria melhor se os sex toys fossem feitos de material orgânico. Sem agrotóxicos!
Capa do single Plug me In, do Add N to (X)

Ménage-à-Trois Musical – Edição 007 – Add N to (X)

Capa do single Plug me In, do Add N to (X)Sintetizadores Moog, dildos, nudez, bom humor, baterias, experimentalismo, pin-ups, robôs, Inglaterra, voyerismo. Engana-se quem pensa que estes elementos não têm nada em comum. E a prova é a finada banda britânica Add N to (X), que com esse nome esquisito, mais parecendo uma fórmula matemática, uniu estes elementos todos no que pode ser definido como a vertente mais experimental do Indie Rock britânico no final dos anos 1990 e começo dos anos 2000.
Musicalmente falando, a “fórmula” da banda tinha influência marcante de bandas de experimentações eletrônicas como Krafwerk e Cabaret Voltaire com forte tempero de Brit Pop (Blur, Pulp, Primal Scream, Stone Roses, etc) com o Indie Rock americano (Sonic Youth, Pixies,etc) da virada 1980/1990. Suas músicas iam de baladas sexy e lisérgicas a porradonas experimentais, passando por roquezinhos divertidos e dançantes, sempre com forte presença dos Moogs, sons distorcidinhos e bateria seca.
A diversidade de influências culturais da banda são evidentes no visual,  letras, títulos e conceitos. Citações e homenagens ao arquiteto visionário Buckminster Fuller, filmes B, Thurston Moore – o líder da banda Sonic Youth -, dadaísmo e muito safadeza: sugestões de sexo, nudez, acessórios eróticos e até Valentina, de Milo Manara, são freqüentes em suas músicas e clipes. Prato cheios para geeks safados.
Infelizmente, a banda acabou em 2003. Seria interessante ver qual direção teriam tomado caso tivessem continuado. Considerando o caminhos de seus álbuns, eu diria que teriam se tornado um pouco menos experimental, e mais acessível ao público. E isto poderia ter proporcionando muita “fuck music” bacana, ou mesmo músicas pop um pouco mais experimentais, meio na linha do que muita banda brasileira, como a Stop Play Moon, vem fazendo hoje.
Para o bem e para o mal, é certo que nos próximos anos veremos um revival dos 1990. Quem sabe a banda se reúne e faz mais músicas safadas para nós?
Enquanto isso, fique com três destes momentos mais quentes da carreira deles. Quatro, se contarmos o bônus!

Add N to (X) – Metal Fingers in my Body

Esta música não é exatamente uma “fuck music”, pois é uma porradona de sintetizadores duelando com uma bateria típica de indie rock. Tá mais para “about fuck music”, pois o clipe, sobre um mulher boazuda solitária e com tesão contratando os serviços de um michê robótico, é uma homenagem explícita (pegou o triplo sentido?) à Valentina -  uma das personagens mais sexy e icônicas dos quadrinhos – e toda a obra do Milo Manara.
Ideal para você transformar um papo sobre cultura pop em algo mais picante e puxar um assunto mais pessoal e safado. :-)

Add N to (X) – Revenge of the Black Regent

Esta até daria para ser uma “fuck music”. Tem um quê de romantismo, drama e fetiche.
É meio que continuação de outra música da banda, chamada Black Regent. Ambas experimentais, lisérgicas, e sexies. Black Regent não tem letra e eu nunca conseguir entender o que é cantado em Revenge of the Black Regent, nem encontrei a letra na web. Os títulos remetem à jogos de dominação e o clipe de Revenge of the Black Regente é uma piração de jogos de sombra, luz e caleidoscópios de um corpo nú.
Viagem para quem gosta ou está acostumado com música alternativa. É ótmia para quem gosta de sexo em estados alterados de percepção. Acreditem na minha palavra.

Add N to (X) – Plug me In

É uma fuck music divertidinha e o título, de duplo sentido, é sensacional. Sobre o clipe não vou escrever muito, pois sei que vocês vão pular o texto para ver o vídeo logo, mas envolve 2 atrizes pornôs brincando entre si e com o que parece ser o estoque de dildos e acessórios eróticos de um sex shop.  Ótima para puxar aquele papo sobre coisas diferentes, se é que você me entende.

Bônus – Ménage-à-Trois Musical 007 – Add N to (X)

Add N to (X) – Oh, Yeah! Oh, no!

Eis uma música na medida para geeks retrôs safados (oi! chamou?). Gemidos, sussurros, teclados moog em profusão e até um saxofone meio jazz. Sabe sexo com carinho, mas intenso? Pra mim esta música tem muito disso. Começa doce e vai ficando com um som mais encorpado, e o som saturado do meio para o final me remete aos gemidos e saturação dos sentidos durante e logo após o gozo.
Linha de acessórios eróticos de luxo Lelo

Porque a Lelo é a Apple dos Vibradores

Antes de tudo, isto não é um publieditorial.
Para quem não sabe o que são publieditoriais, são os famosos artigos patrocinados, ou posts pagos, como queiram, que aqui no A Vida Secreta sempre são sinalizados, por respeito aos nossos leitores, mas vamos ao assunto.
Em 2008 ganhei um produto da Lelo – www.lelo.com – em troca de uma resenha. Uma publicidade extremamente corajosa, já que eu poderia detestar o produto e simplesmente detonar com ele. No entanto, aconteceu exatamente o contrário: a Lelo se tornou uma paixão e não só fiz a resenha como frequentemente a indicamos.
E os motivos para ser fã da Lelo são muitos. Não é à toa que é considerada a Apple dos vibradores. Funcionalidade, Tecnologia e Design são a marca de seus produtos. E seu atendimento é de altíssima qualidade. E isso faz toda a diferença.
Então, acompanhe-nos nesse tour pela marca. Clicando na imagens, você verá os produtos lá no site deles. E no fim do post, uma galeria com diversas imagens grandes de cada acessório.

A diferença que faz a diferença



Sou Designer de Moda e já falei muito disso por aqui. E em moda, uma regra básica do bom gosto é: “menos é mais”. Ser simples pode parecer fácil, mas não é – existe até livro sobre isso.
Nunca pensei que fosse parar para analisar estes aspectos em objetos relacionados ao erotismo, especificamente brinquedos eróticos, mas quem olha a coleção de produtos Lelo entende completamente o que estou dizendo. O cuidado com a escolha de cores, formas, texturas e funcionalidade dá aos produtos Lelo a diferença que faz a diferença. Seja nos segmentos feminino, masculino ou luxo. Não é a toa que eu e o Admin decidimos fazer parte de seu programa de afiliados. A partir de agora vocês verão alguns banners da LELO pelo AVS e o texto abaixo é apenas uma breve explicação dos nossos motivos.

Massageadores com o jeitinho delas



Já disse por aqui que meu primeiro vibro foi um massageador muscular bem basiquinho, em um tempo que a curiosidade se uniu à safadeza e descobri uma nova função para o aparelho que era raramente usado. Lembro bem, eram duas velocidades, mas que só a mais fraquinha podia ser usada, do contrário, não seria uma siririca e sim uma pororoca, tamanha a intensidade do treco… risos. Quando vi o Lily e o Nea da LELO, foi impossível não relacionar imediatamente este massageador feminino ao antigo massageador “véio de guerra” que até cumpria sua nova função, mas sem nenhum charme e delicadeza.
Sim, estas são as palavras, charme e delicadeza. A LELO conseguiu ser original adaptando algo que já fazia parte do universo feminino a uma forma extremamente delicada. Bingo! Era realmente uma evolução, ou melhor, uma revolução no mercado de brinquedos eróticos para mulheres.

Formas variadas para diferentes funções e sensações



Assim são os vibradores Elise, Iris, Liv e Gigi. Elise e Liv poderiam ser irmãs, uma mais alta e outra mais baixinha, uma mais clássica, outra adepta a cores mais vibrantes. Elise já foi tema de conto erótico no A Vida Secreta.
Iris e Gigi ousam em sua forma. Os relevos em formato de pétalas de rosa de Iris devem estimular a musculatura interna das mocinhas de uma maneira sutil, enquanto Gigi, e seu sugestivo formato (como o seu nome já insinua), tem a discreta função de estimular o ponto G femino (hummmm, seria unissex também?).
O mais incrível é que a quantidade de cores, formatos e bom gosto da LELO parece não ter fim. Confesso que acho bem interessante os nomes, juro que fico curiosa em como eles encontram tantos nomes femininos… risos.

Um novo olhar



E quando a gente pensa que já viu tudo – e, se duvidar, já viu mesmo-, vem um novo olhar sobre o que já existe por aí e, de certa forma, justifica aquela minha teoria de que o charme da LELO é a fusão da funcionalidade, com a tecnologia e o design.
É o caso claro de Ella, Mia e Luna. Ella, um básico dildo (sem vibro) com dupla terminação, prima pelo design clássico e clean, sem esquecer a funcionalidade (uma das terminações é perfeita para a estimulação do ponto G). Mia é um exemplo clássico de que tudo que é bom pode ser melhorado. Inventaram o batom com vibro, a LELO inventou Mia, muito mais discreto e lindo que, pasmem, pode ser carregado via USB, é ou não é tecnologia erótica? Com Luna é mais ou menos o mesmo raciocínio, seja para os exercícios de pompoarismo que antes eram feitos com as famosas bolas tailandesas ou mesmo para diferentes sensações (em diferentes orifícios), sua delicada vibração transforma em novidade o que já é mais do que conhecido.

Eles merecem!



A linha masculina também é sensacional.Volto a falar o que já se tornou comum neste texto: beleza, bom gosto, limpeza visual, tecnologia… Paaaaara!!! Não preciso dizer mais nada, basta olhar a foto.
O plug anal Bob é um charme. Acho uma baita sacação este anelzinho na base para melhor manuseio. O anel peniano com vibro Bo não é para uma sensação efêmera que vai embora quando a bateria acaba, Bo é recarregável, além de lindo. Os anéis penianos com vibro que tem à venda nas farmácias e sexshops são interessantes, mas só garantem uma hora de prazer :-( E como a LELO não poderia deixar os rapazes de fora, Billy completa essa série B para rapazes. Tratasse de um vibro masculino, discreto e potente. Impossível não achar interessante essa sacação.

Um luxo só



O mercado de luxo está em alta, né? Dia desses a Hebe ganhou um vibro cravejado em brilhantes, já pensou?
Pois é, a LELO pensou. A linha Luxe transformou os best sellers da marca em peças desejadíssimas. Um verdadeiro sonho de consumo para qualquer um, homem ou mulher. Diamonds are a girls best friends? Olha que vendo este quarteto (Yva, Olga, Earl e Inez) eu nem precisava de um diamante… Trata-se de uma linha em aço inoxidável e ouro 18 quilates. Chic, né?!
Já que sonhar não custa nada… Vou sonhar alto, quem quiser me agraciar com o kit luxo, ganha minha eterna gratidão como presente… Ai, ai! Suspiro profundo aqui…

O que tem de novo



E como inovar é preciso, volta e meia tem algum lançamento. Minha dica: siga a LELO no Twitter – @Lelo_Sweden – para ficar por dentro dos lançamentos e promoções.
Recentemente, dois novos produtos foram lançados. Trata-se do Ina, o “Rabitt” da LELO. Para quem não sabe, este tipo de vibro se chama Rabitt pois tem duas astes para penetração (anal/vaginal) ou estimulação (clitoriana/vaginal) simultânea que lembram orelhinhas de coelho… risos. Outro lançamento é Mona, este é cheio de sinuosidades que bastante interessantes… risos. Além da linha de acessórios erotico/fetichistas que comentei recentemente aqui.

Compras e Entregas

Como moramos no Brasil e a Lelo é Sueca, dá um certo medinho, né?! Recentemente, uma leitora pediu esse tipo de orientação, eu intermediei o contato, e a Lelo informou que eles tem uma tarifa de entrega fixa de no máximo 14 Euros, dependendo do país.
A entrega é relativamente rápida, a embalagem é super discreta e a qualidade do produto, vale cada centavo gasto. Preciso dizer mais?!

Galeria de Imagens – Porque a Lelo é a Apple dos Vibradores





por: Dr. David Alves