O Cu – Dor e Prazer
Pois bem, como já relatei aqui em O Cu, minha primeira tentativa de dar foi interessante, divertida, mas traumática. Dos 16 aos 31 eu quis tudo na cama, menos sexo anal. Confesso que cheguei a pedir a um namoradinho que muito amei que o fizesse, mas ele tinha pavor de comer cu, disse que não tinha nada mais nojento e broxante. Com ele experimentei muita coisa, mas dar o cu que é bom, nada!
Um belo dia, navegando em um site de relacionamentos que eu era associada, uma janelinha se abre e comenta:- Você tem a boca linda, aliás, deliciosamente tentadora.
Aquele comentário, deliciosamente tentadora, me fez parar o que estava fazendo e dar alguma atenção ao rapaz. Adorei a expressão. E papo indo e vindo, descobrimos um monte de coisa em comum apesar de uma vida completamente diferente. F. era médico, pouco mais novo que eu, morava em uma cidade próxima, vivia sem tempo, como eu também, mas… Ele era um delicioso safado e nossas conversas foram ficando cada vez mais quentes, inicialmente pela internet, depois pelo telefone. Ele tinha verdadeira tara por cu, ménage com meninas e xotas raspadas, completamente depiladas. Fantasias bem comuns, aliás. Lembro que algo que marcou as nossas conversas era o fato dele, depois de ter visto fotos minhas de roupa mesmo, e perceber minha bunda arrebitada, sempre começar a nossa conversa com:
- Dá o cu pra mim, B…
E eu saía pela tangente, ria, dizia que era território intocado, depois abri o jogo e contei a história do trauma da minha primeira vez e ele ria, dizendo que o E. não soube comer. E dizia que o dia em que trepássemos seria diferente, começou me dando uma dica. Disse para que na hora do banho, quando eu fosse lavar minhas partes íntimas, que eu me acocorasse e usasse o sabonete íntimo como lubrificante e introduzisse inicialmente apenas uma falange do dedo médio. E eu fiz. Metia só a pontinha do dedo médio da mão esquerda por trás, e com o mesmo dedo da mão direita massageava o clitóris. À noite quando ele ligava, eu comentava o que tinha feito e ele, safado, se masturbava ouvindo os meus detalhes. Aos poucos fui enterrando mais o dedo, depois colocando dois, massageando. E num dia de sábado pela manhã, extremamente estressada por uma semana difícil, liguei pro F. e perguntei se ele queria me enrabar. É engraçado, porque eu usava exatamente estes termos, enrabar, meter, fuder, comer o cu… F. amava obscenidades, quanto mais explícitas mais ele ficava doido de tesão. Nem precisa dizer que ele aceitou no ato a proposta, né?!
Peguei um ônibus e fui pra casa dele, duas horas depois estava no lugar indicado e ele me esperando. Taradinho, se eu estivesse de saia teria me comido no elevador, mas eu estava com uma roupa bastante sóbria, como sempre uso. Aliás, este é um delicioso contraponto da minha personalidade. Eu tenho um aspecto muito sério. Uso cabelo preso, roupas de tons neutros, tenho um estilo básico no dia a dia e às vezes clássico à noite. Quando entrei no apartamento dele, já tínhamos tanta intimidade, que eu confesso que não vi grandes necessidades de fazer nenhum jogo. Eu estava a fim de dar e ele de comer. Assim foi. O único capricho dele que eu não cumpri foi a xota raspada, mas de resto… Literalmente botamos pra fuder, como dizem os cariocas.
Mas voltando ao cu, antes de sair de casa havia feito o tal exercício durante o banho, e também feito uma lavagem anal com o chuveirinho, ou seja, estava no esquema para dar. Entre carícias, beijos, y otras cositas mas, ele enquanto me excitava, lambuzou os dedos com KY e foi cuidadosamente dedando o meu cu com movimentos circulares. Me colocou de bunda pra cima, mas com o corpo meio de ladinho. Com os dedos da mão esquerda fodia minha xota e com os da mão direita o cu. Confesso que não havia nenhum desconforto, ele era delicado com as mãos e ao mesmo tempo obsceno com as palavras. Gostava de dizer coisas como:
- Está gostando, né putinha?! Vai rebolando assim de leve, enquanto eu vou preparando terreno pro meu pau. Se abre pra mim, se arreganha, abre este cu pra mim, vai, deixa que eu vou te fuder tão gostoso que você vai pedir bis.
E então, ele deixou de me masturbar na frente e passou a concentrar-se apenas no meu cu, comecei a sentir alguma dor, já que ele ia aos poucos, metendo mais dedos. Primeiro um, depois dois, três… Com o cu melado de KY a fricção, o vai e vem, ia fácil, quanto mais ele me fodia com a mão, mais eu amava me sentir preenchida dela. Foi então que cheia de dor e prazer eu pedi que ele tentasse enfiar mais um dedo e ele gargalhou:
- B., agora só se eu meter a mão inteira, estou com quatro dedos dentro de você e doido pra enfiar o meu pau. Fica quietinha, relaxa que eu vou colocar a camisinha pra te fuder gostoso – e assim ele fez.
Instintivamente eu arrebitei a bunda, continuei com a cara enfiada no travesseiro porque estava com medo de gritar quando o pau entrasse, mas ele foi primeiro devagar, meteu a cabeça, um pouco do pau, depois inteiro. Doeu, muito, mas eu pude sentir o meu cu piscar, mordendo o pau dele dentro de mim. Ele então começou um vai e vem de leve, deixei o corpo descer um pouco e ele sempre firme com as palavras:
- Nada disso sua puta, quer dar, então agüenta! Empina a bunda, bem arrebitada que se é pra fuder quero fuder direito.
E segurando-me pelo quadril começou um vai e vem mais forte e eu gritei com a cabeça enfiada no travesseiro, um grito abafado, mas sentido, sofrido. E ele então preocupado perguntou se eu queria parar, e eu implorei que ele não parasse, continuasse porque estava bom demais. Ele continuou metendo e falando bobagens, entrei num transe, esqueci de todo o meu corpo e só sentia o pau entrar e sair. Ele completou a trepada com uns tapas em minha bunda, segurando-me hora pelos cabelos, hora pela cintura… Daí não agüentei, gritei de novo, mas dessa vez de gozo. Sem nenhuma penetração vaginal ou qualquer estimulação no clitóris eu gozei de dor e prazer apenas com o sexo anal.
Deixei meu corpo cair na cama e as pernas tremiam, eu não conseguia me segurar nos joelhos, ele então pediu que eu ficasse deitada, com as pernas bem juntinhas, e com o corpo deitado sobre o meu, podia sentir sua respiração em meu cangote, e num vai e vem frenético, ele gozou segundos depois de mim. Urrando em meu ouvido e dando estocadas intensas.
É claro que ainda trepamos de muitas maneiras, mais foi o ato de superar aquele meu limite, que fez de F. uma foda especial. Nunca o agradeci por isso, mas sei que foi graças a ele que me lancei a tantos outros desejos e fantasias sem medos. Acho que cada pessoa que passa em nossa vida tem um papel, principal ou coadjuvante, não importa. O dele foi me mostrar que dor e prazer se confundem em determinados momentos e dando o cu é uma delas.
PS – É claro que já comentei essa história com muita gente, e recentemente minha prima veio comentar que não sabe se o bloqueio é com ela, ou o namorado não sabe comer, ela só sabe que o cu trava e pau dele não entra nem por nada. Eu ri muito, e disse que se ela não quer dar, nem com reza forte vai rolar. E ela respondeu que querer ela quer, só não consegue. Que vontade eu tive de dar o telefone do F. pra ela. Acho que quem não sabe comer é o namorado dela, isso sim.
Reencontro, prazer e… Vingança! – Texto enviado por R.
Alberto conhecera Sueli na inauguração da boate. O corpo dela não saia do seu pensamento e ele ficou o dia seguinte pensando nos traseiros dela durante a leitura do jornal. Compareceu à reunião curtindo as lembranças dela rebolando. Ficava imaginando como seria seu sexo, será cabeluda ou raspada?.
Beto, como era conhecido, não conseguia se concentrar nos seus afazeres. Precisava encontrar e comer aquela morenaça. Ligou, marcou um encontro.
Noite perfeita! Jantar maravilhoso no restaurante japonês, carro do ano, espetáculo divino digno da Broadway e um motel com tudo que teve direito.
Ele realizou todos os desejos. A teve de forma egoísta, egocêntrica. O que importava era seu prazer e sua companheira de cama seria apenas mais uma na sua longa lista de conquistas.
Sueli demonstrou estar louca para dar a bunda. Alberto não pensou duas vezes, ele ficou alucinado ao vê-la de quatro pronta para ser penetrada. Sem os devidos cuidados para criar o clima necessário para receber o precioso presente, ele enfiou com tudo e ela reagiu com um gemido de dor.
Ela sugeriu mudar de posição porque gostaria de oferecer um prazer único e inesquecível. Ele sentou-se e ela veio por cima e sentou-se de frente para ele. Sueli aconselhou que ele observasse bem os olhos dela. Ele quase gozou ao ver a expressão de dor nos olhos dela enquanto o anus dela recebia aquele membro bruto.
Olhar os olhos dela enquanto comia sua parte mais íntima era muito excitante. Para Alberto, Sueli só podia ser masoquista para gostar de sofrer e se humilhar.
Eles se olhavam firmemente e ela pegou um lenço de seda muito macio e colorido e foi colocando delicadamente no pescoço dele e começou a sufocá-lo.
Alberto reclamou que ela estava apertando demais, e ela respondeu que o maior prazer do mundo é o momento da quase morte no enforcamento. Ele achava estranho, mas se ela garantia tanto prazer, ele não dispensaria ter o melhor orgasmo da vida dele, ainda mais, dentro do cuzinho dela.
A agonia provocada pelo lenço estava demais e, de repente, ele sentiu seu pênis inchar e aumentar de volume, com conseqüente ejaculação no túnel profundo de Sueli, um prazer jamais sentido.
Foi o último prazer da vida dele. Ela sentira um estranho prazer, o gozo do sexo brutal e a satisfação da missão cumprida. Ela tirou o lenço suavemente do seu pescoço, acendeu um cigarro e carinhosamente deixou de presente um artigo de jornal do mesmo dia e mês, mas publicado há uma década, sobre o resultado de julgamento em que um executivo bem sucedido foi inocentado da acusação de estupro de uma menor por absoluta falta de provas e testemunhas.
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Reencontro, prazer e… Vingança! – Texto enviado por R.
Alberto conhecera Sueli na inauguração da boate. O corpo dela não saia do seu pensamento e ele ficou o dia seguinte pensando nos traseiros dela durante a leitura do jornal. Compareceu à reunião curtindo as lembranças dela rebolando. Ficava imaginando como seria seu sexo, será cabeluda ou raspada?. Beto, como era conhecido, não conseguia se concentrar nos seus afazeres. Precisava encontrar e comer aquela morenaça. Ligou, marcou um encontro. Noite perfeita! Jantar maravilhoso no restaurante japonês, carro do ano, espetáculo divino digno da Broadway e um motel com tudo que teve direito. Ele realizou todos os desejos. A teve de forma egoísta, egocêntrica. O que importava era seu prazer e sua companheira de cama seria apenas mais uma na sua longa lista de conquistas. Sueli demonstrou estar louca para dar a bunda. Alberto não pensou duas vezes, ele ficou alucinado ao vê-la de quatro pronta para ser penetrada. Sem os devidos cuidados para criar o clima necessário para receber o precioso presente, ele enfiou com tudo e ela reagiu com um gemido de dor. Ela sugeriu mudar de posição porque gostaria de oferecer um prazer único e inesquecível. Ele sentou-se e ela veio por cima e sentou-se de frente para ele. Sueli aconselhou que ele observasse bem os olhos dela. Ele quase gozou ao ver a expressão de dor nos olhos dela enquanto o anus dela recebia aquele membro bruto. Olhar os olhos dela enquanto comia sua parte mais íntima era muito excitante. Para Alberto, Sueli só podia ser masoquista para gostar de sofrer e se humilhar. Eles se olhavam firmemente e ela pegou um lenço de seda muito macio e colorido e foi colocando delicadamente no pescoço dele e começou a sufocá-lo. Alberto reclamou que ela estava apertando demais, e ela respondeu que o maior prazer do mundo é o momento da quase morte no enforcamento. Ele achava estranho, mas se ela garantia tanto prazer, ele não dispensaria ter o melhor orgasmo da vida dele, ainda mais, dentro do cuzinho dela. A agonia provocada pelo lenço estava demais e, de repente, ele sentiu seu pênis inchar e aumentar de volume, com conseqüente ejaculação no túnel profundo de Sueli, um prazer jamais sentido. Foi o último prazer da vida dele. Ela sentira um estranho prazer, o gozo do sexo brutal e a satisfação da missão cumprida. Ela tirou o lenço suavemente do seu pescoço, acendeu um cigarro e carinhosamente deixou de presente um artigo de jornal do mesmo dia e mês, mas publicado há uma década, sobre o resultado de julgamento em que um executivo bem sucedido foi inocentado da acusação de estupro de uma menor por absoluta falta de provas e testemunhas.O A 69 Hour Sex!. preza pela qualidade de seu conteúdo e dos comentários. Então, pedimos que também preze pela qualidade de seu comentário.
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