sexta-feira, 11 de março de 2011

Ejaculação Feminina!? Squirting!? Mito ou Verdade!?

Ejaculação feminina, o que é mito e o que é verdade!?


O “evento” que você viu nos vídeos é conhecido por Ejaculação Feminina ou Squirting.  Squirt em inglês significa esguicho, squirting, esguichando. E nos vídeos pornôs que mostram a prática é exatamente isso que acontece, um esguicho translúcido, que parece água. Não tem coloração de urina e nem lembra o líquido do orgasmo feminino.
Diante de tanto mistério, não é à toa que muitos duvidam que a ejaculação feminina exista realmente, mas… O que é mito e o que é verdade?
Ejaculação feminina e a competição entre os gêneros.
Para começar, a fisiologia feminina a torna incapaz da ejaculação (clique aqui para ver um esquema dos orgãos sexuais masculino e feminino), pelo menos, incapaz de algo como é a ejaculação masculina, que possui próstata, vesícula seminal e canal espermático.
É fato que algumas mulheres ficam excitadas, mas tão excitadas, que liberam um líquido abundante desde a lubrificação com as preliminares até o orgasmo. A ponto de durante a penetração, a lubrificação ser tanta, que chega a escorrer. Isso não é anormal e nem incomum. Acredito que algumas, cheguem realmente a alguns esguichos.
No entanto, particularmente, eu duvido que exista algo tão intenso, quanto o mostrado nos vídeos. Ainda assim, estudos comprovam que algumas mulheres podem sim, digamos, ejacular.
Segundo o Site G, as opiniões divergem, mesmo entre os estudiosos. Acredita-se que este líquido pode ser produzido por glândulas parauretrais, que ficam ao lado da uretra e não são visíveis. Ou mesmo, como eu disse antes, tratar-se de um acúmulo de lubrificação que pressionado durante o sexo dê a impressão de uma ejaculação. Isto ou aquilo, a verdade é que só um número muito reduzido de mulheres apresentam este tipo de orgasmo.
Nos filmes pornôs, eu acho tão falso, mas tão falso, que o meu achismo me leva a teorias loucas. Uma delas seria a introdução de uma cápsula de água, onde uma xoxota bem treinada na arte de pompoar, seria facilmente capaz de estourar a tal cápsula dentro de si através de contrações intravaginais. Na verdade, eu acho que a indústria do pornô se valeu de fatos isolados, floreou um pouco a história e criou o mito do squirting daquela forma.
Verdade ou mentira, acho que a dúvida da possibilidade e existência é tão interessante quanto o ato em si. A Japonezuda comentou sobre o fato lá no blog dela, um relato bem tesudo, diga-se de passagem. Com direito a um video bem gostosinho, que ela avisa logo, não é ela, mas… Bem, só lendo.
Os comentários estão aí mesmo, para quem quiser debater sobre o assunto, toda informação e troca de experiências é interessante e válida.
por:Alves

3 comentários:

  1. Pessoal, vou deixar um comentário para finalizar…
    Ja foi casado a 8 anos,e minha esposa tem esse tipo de orgasmo…
    Antes de conhece-lá sempre achei que esses videos fosses inventados, mas quando fui pra cama com ela pela primeira vez tomei um susto…

    Dependendo da excitação pode sim parecer esguicho, assim como ja aconteceu diversas vezes de eu estar fazendo sexo oral nela e quase me afogar…rsrsrs…
    Acontece varias vezes durante a relação pois no meu caso minha mulher tem vários orgasmos e orgasmos multiplos…, tem mulheres que conseguem orgasmos com muito mais facilidade.

    Não tem textura de lubrificação, ja que não é escorregadio, é mais parecido com agua mesmo, não tem cheiro, o gosto é muito levemente salgado, mas bem levemente mesmo, e sai do canal da vagina….
    e sim , durante a relação sai tanto que normalmente precisamos trocar o lençol da cama para dormir…, mas não tem cheiro algum…

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  2. Essa resposta vem de alguém q já experimentou essa sensação… e já existem estudos sim. Segue um dos relatos que encontrei sobre o assunto. (R
    “Muita gente ainda desconhece o assunto, mas as mulheres também têm ejaculação.

    “Ela ocorre depois do orgasmo, numa relação em que a mulher esteja muito excitada”, diz a psicanalista e sexóloga Re gina Navarro Lins, autora do livro A cama na Varanda – Arejando nossas Idéias a Respeito de Amor e Sexo, lançado no ano passado pela Editora Rocco. “É um líquido produzido pelas glândulas de Skene, que esguicha da uretra depois do orgasmo e não durante a relação sexual.” Segundo a sexóloga, apesar de pouco conhecida, a ejaculação feminina vem sendo estudada desde 1926, quando o médico Theodore Van Velde afirmava que algumas mulheres expeliam um líquido imediatamente após o orgasmo.

    Regina conta que já recebeu em seu consultório homens que terminaram seus relacionamentos por julgarem muito estranho este costume de suas namoradas.

    O passo decisivo para a compreensão da ejaculação feminina foi dado por pesquisadores escoceses que, nos anos 80, estabeleceram as diferenças entre o líquido e a urina.

    Este líquido, que é expelido pela uretra, pode ter de 15 a 200 mililitros. Por isso, não se desespere se, depois de uma relação sexual um pouco mais fervorosa, o lençol ficar todo molhado à sua volta.

    É impressionante que, às portas do século XXI, ainda se questione a existência da ejaculação feminina. Isso, graças à completa obscuridade em que se vê relegada a sexualidade da mulher.
    Embora a ejaculação feminina seja uma descoberta mais revolucionária do que a do ponto G, é um fenômeno ainda desconhecido na nossa cultura.

    Ela ocorre com mais freqüência quando esse ponto é estimulado, provocando orgasmos consecutivos na mulher. O líquido límpido e transparente que esguicha da uretra, de repente e em jatos, é produzido nas glândulas de Skene e sua quantidade varia de 15 a 200 ml, podendo molhar bastante o lençol. Não tem nada a ver com o líquido que lubrifica a vagina, permitindo a penetração, pois nesse caso seria produzido no início da relação sexual e não no auge do orgasmo.

    No início da década de 80, a análise química desse líquido foi feita na Escócia, estabelecendo a diferença entre fluídos ejaculados e urina.
    Entretanto, o desconhecimento da ejaculação feminina como conseqüência de um grande prazer sexual continua fazendo vítimas. Algumas vezes ela é confundida com urina, gerando sérios constrangimentos ao casal. Em outras, é mais grave ainda. Já houve casos de mulheres que foram encaminhadas para operação porque seus médicos acreditaram tratar-se de incontinência
    urinária.

    Para haver a ejaculação o ponto G pode ser estimulado com o dedo ou com o pênis. Alguns autores consideram mais fácil no início que a estimulação seja feita com o dedo, num movimento para cima e para baixo. A pressão do dedo pode ir aumentando, assim como a velocidade. Ao contrário do que os homens pensam, o clitóris não deve ser tocado para a mulher
    atingir o orgasmo ejaculatório.

    A reação das pessoas em relação à ejaculação feminina varia da repugnância ao êxtase, da perplexidade à aceitação. Uma mulher de 27 anos relata o que sentiu quando ejaculou pela primeira vez: “Quando aconteceu senti uma espécie de medo por não saber o que estava acontecendo. Estava com um ex-namorado que eu não via há um ano. Foi por acaso. Ele estava com o dedo dentro da minha vagina brincando, quando explodi por completo. Comecei a ter muitos orgasmos seguidos, acho que uns dez. Ele ficou muito espantado, perplexo mesmo, mas adorou. A cama ficou encharcada. Não dá para comparar com um orgasmo comum. Acho impossível existir no mundo um prazer físico que se aproxime deste.”

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  3. Ola pessoal.Esse ato tambem acontece com os homens, quando logo apos da erecao. Um liquido viscoso sem odor e sem cheiro é espelido do membro,para isso tb de se estar bem exitado. Só apenas nao podemos equiparar totalmente com o feminino, porque a forma em que ele se da na mulher é no momento mais exitente da relaçao que é a hora de gozar ou nao.Tb se deve ao grande estimulo do ponto G.

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